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PINACOTECA

MUNICIPAL

A Pinacoteca

 

A iniciativa de criar uma Pinacoteca Municipal deve-se a Guadalupe Roca, então encarregada do Departamento de Cultura, também uma artista visual e maior incentivadora da ideia de Ribeirão Pires possuir um museu específico para as suas obras visuais. À época, Guadalupe declarou ao jornal A Voz de Ribeirão Pires que o objetivo do governo era o de promover a "difusão cultural, promoção de valores artísticos, que atualmente não têm espaço para se projetarem a nível municipal e permanecem no anonimato".

 

Planejada inicialmente para operar na futura Casa da Cultura (atual CEEJA Valberto Fusari), a Pinacoteca foi criada por decreto em outubro de 1985, mas entrou em funcionamento somente em 27 de março de 1987, exatamente às 20h, na Chácara Pérola da Serra, desapropriada em 1986 pela Prefeitura (antiga Chácara Fernandes ou Chácara Preferida, do ex-proprietário José Gomes Fernandes).

 

As primeiras obras foram incorporadas ao acervo em dezembro de 1985, com a realização da I Mostra de Artes Plásticas de Ribeirão Pires. Na ocasião, vários artistas doaram obras ao município, visando a promoção do acesso à arte, naquele tempo ainda muito incipiente, e também a projeção de seus trabalhos. Naquela ocasião, participaram os artistas Alice Sales T. de Carvalho, Antônio Ângelo Orlando, Gerda Mojen, Hermes Lima Júnior, Messias da Silva, Neide Orlando, Neusa Pavani Scarvaci, Nicolai N. Maximov, Nívea Mara G. de Abreu Lima, Paulo Abreu de Lima, Renato Costa, Silvana Amélia Landi, Tereza Lelis e Yara Lenadro de Figueiredo do Matanó.

 

Com a instalação do Paço Municipal na Chácara Pérola da Serra e, posteriormente, da Secretaria de Educação, a Pinacoteca foi desativada. Após décadas sem funcionar, foi reativada juntamente com a inauguração do Centro de Exposições e História Ricardo Nardelli, voltando a ocupar seu espaço como museu de artes visuais de Ribeirão Pires. No mesmo ano, teve sua identidade visual criada.

 

Hoje, a Pinacoteca Municipal exibe um acervo de 83 obras, das quais constam artistas locais e de outras cidades. O acervo é organizado em duas coleções: paisagens e igrejas históricas. Há também obras mais recentes, como a coleção "Paisagens de Ribeirão Pires", adquirida pela Prefeitura em 2008 e 2010 (2ª coleção), do consagrado artista do realismo fantástico, Paulo Acencio, e "Festa do Pilar - 80 Anos", adquirida em 2015. Esta última coleção é assinada por jovens ilustradores do Filezão Ilustrado, coletivo que atua representando a nova geração dos artistas visuais da cidade.

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